A terapia de reprocessamento generativo -TRG se distingue por sua abordagem integrativa, que combina técnicas de várias disciplinas terapêuticas para tratar a pessoa como um todo, focando tanto na cura do trauma, quanto em doenças psicossomáticas e no desenvolvimento pessoal.
A duração do tratamento pode variar significativamente de pessoa para pessoa, dependendo da complexidade dos problemas abordados e da resposta individual à terapia. Nos casos mais simples dura 2 a 3 meses.
Embora seja uma abordagem poderosa e eficaz para muitos, não é uma solução universal. A adequação depende das necessidades individuais, histórico e resposta à terapia. Pessoas com concentração, foco, acabam tendo um resultado mais rápido com a técnica.
Para um reprocessamento profundo, a orientação de um terapeuta qualificado é recomendada.
Não, a TRG atua somente nas doenças psicossómaticas como tristeza, depressão, ansiedade, etc. ligadas a histórias de vida da pessoa. Doenças ligadas com danos ao cérebro ou genéticas não são resolvidas com a técnica (ex: como esquizofrenia, demência, autismo, bipolaridade).
Sim, a técnica já foi aplicada e é comprovada por centenas de pessoas que já passaram pelo processo.
A técnica é adaptável a indivíduos de todas as idades, desde crianças até idosos. Contudo, sua eficácia depende da habilidade do indivíduo em visualizar imagens e manter um certo nível de concentração. Portanto, pode haver pessoas que não se adaptem bem ou não experimentem a eficiência completa desta técnica. Adolescentes e jovens em poucas sessões recebem alta, pessoas com mais de 60 anos, com dificuldades de concentração precisarão de mais sessões. A capacidade e a experiência do terapeuta também fará a diferença no tratamento.